O levantamento identifica regiões vulneráveis a enxurradas, inundações e deslizamentos de terra, servindo como base para ações preventivas e planejamento urbano.

Com a atualização, o número de áreas classificadas como de risco foi reduzido de 32 para 30. Entre as mudanças, está a retirada da área da Vila da Paz, que deixou de existir após intervenções viárias ligadas à BR-415. As famílias que viviam no local foram reassentadas em unidades habitacionais no bairro Jaçanã.

Outra área que saiu do mapeamento fica no bairro Nova Itabuna, onde a construção de uma galeria de drenagem resolveu o problema de alagamentos.

De acordo com o diretor da Defesa Civil, Kaique Brito, o documento permanece em constante atualização e conta com a colaboração de técnicos para aprimorar as informações.

O estudo reúne dados coletados em campo e informações de órgãos como a Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais e o Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres, contribuindo para um diagnóstico mais preciso das áreas vulneráveis.

A proposta é utilizar o mapeamento como ferramenta para reduzir riscos, orientar intervenções e ampliar a segurança da população.